Saúde

Registos médicos protegidos por décadas — dos DICOM às APIs de telemedicina

Registos médicos de hoje (imagiologia, genómica, eletrocardiogramas) têm de ser retidos 25 a 99 anos. Se forem encriptados com RSA ou ECDSA hoje, um atacante pode capturá-los e decifrá-los quando tiver um computador quântico suficientemente grande. O paciente nasce agora, o ataque acontece em 2035+. A única defesa é migrar para criptografia pós-quântica antes de Q-Day.

25-99 anos
retenção DICOM
42%
compressão típica
ISO 27799
conformidade
<50ms
overhead PQC
PosQuantum · Saúde

Três casos reais onde a PosQuantum atua

1

Arquivo DICOM de longa retenção

Contexto

Hospital universitário com ~4 PB de imagens DICOM (raios-X, TC, RM) acumuladas em 12 anos. Exigência: retenção mínima 25 anos para pediatria, 5 anos adultos, e acesso imediato ao clínico.

Risco

Storage tradicional encriptado com AES-256 + chave envolvida em RSA-2048. Q-Day quebra RSA e expõe as chaves simétricas.

Solução PosQuantum

PUCE Archive cria manifestos assinados (Ed25519 hoje, migração para Dilithium3 no upgrade SDK) a apontar para blobs já em R2. Compressão sem perda aplicada antes do upload (redução típica 18-42% em DICOM lossless). Verificação periódica automática garante integridade. Chaves envolvidas com ML-KEM-1024 via PQSL.

2

Telemedicina cross-border (UE + Suíça)

Contexto

Plataforma SaaS de consultas em vídeo. 40 mil médicos, 2 M pacientes, dados sujeitos a GDPR (UE) e nLPD (Suíça). Picos de 8 mil sessões concorrentes.

Risco

TLS 1.3 atual usa ECDHE-X25519 para o handshake — quebrável por um computador quântico. Fluxo de áudio/vídeo pode ser recolhido por MITM estatal e decifrado retrospetivamente.

Solução PosQuantum

PUCE Stream com segmentos encriptados via PQSL (ML-KEM-768 em handshake híbrido X25519+Kyber). Middleware PQSL em frente ao API Express mantém rate-limit + headers PQC. Registos de consulta vão para PUCE Archive (7 anos retenção legal).

3

Partilha segura de genómica para investigação

Contexto

Consórcio de 6 hospitais europeus partilha datasets WGS/WES (3-10 GB por paciente) para estudos de cancro. Dados pseudonimizados mas ainda re-identificáveis.

Risco

Partilha via SFTP com chaves SSH clássicas. Arquivos guardados em cold-storage cloud com encriptação AES-GCM e chave mestra RSA-wrapped.

Solução PosQuantum

PUCE Storage como camada de recolha (presigned URLs com TTL curto). PUCE Archive por estudo com lista de ficheiros assinada, permitindo auditoria "que paciente em que estudo". Tokens de acesso por investigador derivados via ML-KEM — cada investigador tem chave curta rotável.

Arquitetura de referência

1

1. Ingestão

Modalidade DICOM / HL7 FHIR envia via middleware PQSL (Express/FastAPI/Spring) para endpoint de upload presigned.

2

2. Storage

PUCE Storage guarda blobs em R2/S3 cifrados com AES-256-GCM, chave envolvida por ML-KEM-1024.

3

3. Arquivo legal

PUCE Archive cria manifestos assinados por retenção (25 anos pediatria, 5 anos adulto), verificáveis offline.

4

4. Acesso clínico

PUCE Stream para viewing DICOM no browser sem descarga completa; tokens TTL 1-7 dias.

5

5. Auditoria

Logs imutáveis assinados SHA3-256 + SLAAC para inspeção HIPAA/ISO 27799.

Produtos PosQuantum aplicáveis

PUCE Archive
PUCE Storage
PQSL Enterprise
Migration Scanner

Conformidade regulamentar coberta

HIPAAGDPR (saúde)NIS2ISO 27799FDA 21 CFR Part 11

Precisa de proteger registos médicos por 25+ anos?

Fale com a nossa equipa — desenhamos a migração PQC sem parar operações clínicas. PoC em 2 semanas, piloto em 60 dias.